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terça-feira, 2 de abril de 2013

Pi2 – Politicamente Incorreto Ao Quadrado - Terceira Edição



A tirania do politicamente correto continua a fazer vitimas e mais vitimas, nos vários campos de batalha. Sob o manto de uma igualdade mentirosa, sob o manto de leis que pretendem estabelecer uma modernidade que jamais será alcançada, senão com uma verdade revolução cultural, que tenha por base e por destino uma educação laica, forte, gratuita e realmente idêntica a todas as classes. Na falta dessa educação, por incompetência e má fé, criam regram de conduta com o único objetivo de manter ignorante a maior parte da população. Não prover meios para que as pessoas possam fazer suas escolhas sociais e políticas é tão criminoso quanto qualquer massacre militar. Manter a população em um curral, deixando que pense ser livre. Aliás, é essa ilusão de liberdade, de igualdade e de fraternidade é o que manter acesa, viva e milionária todas as redes sociais. Essas redes não são responsáveis pelo atual estado de falta de interesse, falta de comprometimento e de sentimento de coletividade real, mas decerto o perceberam muito claramente. E lucram muito com essa descoberta. Somente uma educação rígida, obrigatória, gratuita e de qualidade podem fazer com que as pessoas pensem e possam tomar as rédeas de suas próprias vidas, sem depender e sem necessitar de leis ridículas que visam "proteger" paternalizando os "pobres".

Tudo o que poderia ser tachado apenas de comportamento estranho, ou mesmo fora do chamado senso comum, se transformou em crime. Os tribunais, repletos de exceções de toda espécie, se atém a julgar casos que não existiriam, caso essa intolerância politicamente correta não agisse, feito um mamute com cólicas, esmagando tudo o que encontra pela frente. Caso hoje, por exemplo, Lewis Caroll e Charles Chaplin fossem vivos, seriam julgados, condenados e presos por pedofilia. Claro que ninguém defende abusos contra a infância, mas todos esses estatutos são criados com intuitos escusos e maldosos, para não dizer incompetentes. Fumantes, ao menos a maior parte deles, não fumava em hospitais, por exemplo. E hoje são olhados como criminosos, até mesmo nas ruas. Com relação a isso: porque fumar se transformou quase que num crime hediondo, enquanto a bebida é anunciada em todas as mídias, sem praticamente nenhuma proibição. Mal por mal, decerto que o álcool causa danos sociais e individuais muito maiores.

Enfim, ao lançar este terceiro numero da Revista Pi2, Politicamente Incorreto Ao Quadrado, no dia primeiro de Abril, dia da Mentira, queremos deixar um alerta quanto à mentira que lhes são contadas com essa história de politicamente correto. Somos seres pensantes e é isso o que nos diferencia das demais espécies.

Luiz Carlos Barata Cichetto, 1º de Abril de 2013
  • Joanna Franko
  • Barata Cichetto
  • Eliezer Soares de Souza
  • Emanuel R. Marques
  • Isaac  Soares  de  Souza
  • Genecy Souza
  • Toni Le Fou
  • Eduardo Amaro
  • Delcidério do Carmo
  • Ivan Silva
  • Joana D’Arc
  • Diego El Khouri
  • Karoline Ferreira
  • Cledson Bauhaus
  • Cayman Moreira
  • Arquíloco de Paros
PI2 - Politicamente Incorreto Ao Quadrado
Criação e Edição: Luiz Carlos Barata Cichetto
Nº 3 - 1º de Abril de 2013 
Contato: 9.6358-9727
Revistapi2@gmail.com
Capa Desta Edição: Schizophrenia
by Clouded-and-Shadowed
http://www.artician.com/view/185355/




sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

PI2, (Pi Ao Quadrado) ou Politicamente Incorreto ao Quadrado - Edição 1

PI2, (Pi Ao Quadrado) ou Politicamente Incorreto ao Quadrado - Edição 1

A tendência, quando se pensa diferente da maioria, é em determinados momentos nos considerarmos loucos.  Aquela coisa, que aprendemos desde pequenos, dentro dos conceitos da “democracia”, de que se a maioria pensa e quer uma coisa, esta coisa deve estar correta. Mas quando começamos a ler e pesquisar, buscando outros pensamentos de outras pessoas, acabamos por chegar a conclusão que, ou não somos realmente loucos, ou ao menos não somos tão poucos.

Quando comecei a explanar meus pensamentos, comecei a ser tachado de "Politicamente Incorreto" e na época nem sabia exatamente o que era isso. Havia conhecido o “Patrulhamento Ideológico”, ainda nos anos 1970, mas comecei a perceber que as coisas atualmente eram muito piores e mais danosas e perigosas. E também a perceber que existem, não apenas no mundo acadêmico e até na própria mídia, pessoas que também tem esse pensamento. Filósofos como o Luiz Felipe Pondé no Brasil e Roger Scruton na Inglaterra; e jornalistas como Walter Navarro. E mesmo dentre as pessoas, digamos, mais simples, pessoas comuns, que apesar de não estarem debaixo dos holofotes e na frente de microfones de rádio e televisão, também tem esse pensamento na contramão. Pessoas que questionam seu mundo e que não aceitam o que é vomitado e imposto a força. 

E foi baseado nisso que lancei a ideia desta revista. Aglutinar esse pensamento que não tem lado, não está nem à direita nem a esquerda, muito menos no centro. Ou se está de algum lado, é o do pensamento livre, coisa que tem sido combatido pelo poder dominante que descobriu que a melhor maneira de dominar as pessoas seria com a "pasteurização" e a uniformização do pensamento, nivelando por baixo os conceitos sociais e morais, transformando até mesmo coisas simples e necessárias como cantigas de roda e o humor em alvos de criticas, e até mesmo de processos. 

Aliás, os processos judiciais substituíram bem a chibata e a tortura nos porões da repressão militar. Antes, os que pensavam diferente do que era imposto eram torturados e mortos, hoje são processados, o que as vezes na prática significa a mesma coisa, impedindo até mesmo essas pessoas de sobreviver. 

Pensar e expor o pensamento livre, de fato, se tornou algo muito perigoso, como na "crimidéia" de Orwell. Pensar diferente está se tornando crime, a partir da premissa inventada de uma igualdade que não existe e chegando a absurdos de fazer com que as pessoas se sintam no dever de explicar porque estão usando a palavra "preto", em qualquer circunstância e por qualquer motivo. A coisa se instala na mente das pessoas, criando o pior tipo de censura, aquela que impede que o criador de usar determinadas palavras, formas e cores . Uma guerra suja.

E como não sou - a maioria de nós não é - afeito a armas, tiros e explosões, nos resta apenas uma forma de lutar nessa guerra suja: continuando a pensar e explanar seu pensamento das formas que ainda podemos. E esse é o motivo maior da existência de PI2, Pi Ao Quadrado, ou Politicamente Incorreto ao Quadrado. 

Luiz Carlos Barata Cichetto


Politicamente Incorretos Ao Quadrado :
  • Luiz Felipe Pondé
  • Walter Navarro
  • Luiz Carlos Barata Cichetto
  • Delciderio do Carmo
  • Toni, Le Fou
  • Renato Pittas
  • Emanuel R. Marques
  • Marcelo Moreira
  • Gabriel Fox
  • Diego El Khouri
  • Glauco Mattoso
  • Giovani Iemini
  • Wellington Vinícius Fochetto Jr.
  • Isaac Soares de Souza
  • Eliezer Soares de Souza
  • Joanna Franko
  • Alejandra Arce D Fenelon
  • Celso Moraes F.
  • Roger Scruton
  • Erika Zaituni
  • Carlos Drummond de Andrade
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